Banner MMDC 468×60
Aos meus compatriotas
””””””””””””””””””””””””””””””””””Cel G. A. B. Fregapani (*)
“Árdua é a missão de defender e desenvolver a Amazônia. Muito mais árdua, porém, foi a de nossos antepassados em conquistá-la e mantê-la”. = (General Rodrigo Otávio)
- Apenas o relator não sabe?
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
A questão indígena realmente ameaça a unidade nacional porque várias tribos se consideravam emancipadas e independentes em relação ao Brasil, antes mesmo da entrada em vigor da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que lhes concede autonomia política e administrativa. A maioria dos índios quer ser brasileira. Em Roraima só os manipulados pelo CIR não o querem.
- O objetivo seria a tomada pacífica em três fases:
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
· criação do sentimento de nações distintas com terras homologadas;
· colocação em nossa constituição que tratados internacionais teriam força constitucional;
· assinatura pelo Brasil da declaração dos direitos dos povos indígenas, da ONU, que os autoriza a escolher uma nação própria e diferenciada;
· declaração de independência com o apoio estrangeiro.
Assim o nosso País não teria nem condições jurídicas de reagir.
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
- Mas o Brasil reage
“”"”"”"”"”"”"”"”"”"”"”"”
A Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, inadvertidamente assinada pelo Itamarati, não será aceita no Congresso. A Marcha dos produtores rurais até Pacaraima marcou a posição deles. A reação toma vulto nacional. Nosso País está reagindo. Sabíamos que uma vez alertado reagiria. Os traidores e os inocentes úteis estão ficando encurralados, mas a ambição estrangeira não desistiu. Parece que o estrangeiro está compreendendo que não bastarão as forças mercenárias (Blackwaters?) para garantir a independência.
- Quem quer a guerra?
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Mais que indícios, evidências:
- A Holanda treina tropas na Amazônia
Pela primeira vez, nesses dois últimos tempos, tropas Holandesas treinam para Guerra na Selva no Suriname, após um acordo entre os governos do Suriname e Holanda, próximo à fronteira com o Brasil e sob protestos da população e da mídia local que sempre apresentaram franco antagonismo ao seu ex-colonizador. Porque essa nação européia estaria treinando seus militares para guerra na Amazônia, sabendo-se que são os militares brasileiros que ministram esse curso desde longa data a oficiais do Suriname aqui no Brasil?
- Tropas britânicas também passam a treinar para guerra na selva na Guiana Inglesa, fazendo incursões noturnas próximas a vilarejos brasileiros na fronteira.
- A França inaugura no quartel da Legião Estrangeira, um curso de guerra na selva na Guiana Francesa, e envia regularmente suas tropas para lá, além de receberem também algumas do Suriname.
- Há noticias de que aumentam em cinco vezes o número de ONGs internacionais no Estado de Roraima, fronteiriço à Guiana. São ONGs da França, dos EUA, Inglaterra, Canadá e Holanda.
- Nos EUA é reativada a IV Frota e no Comando Sul (na Flórida) teria sido ativado o 6º Exército.
- Os EUA propõem às Guianas, a adoção de um modelo padrão de caminhões militares dos EUA, desenvolvidos para o transporte em condições amazônicas, e envia lotes dos veículos às Guianas Holandesa e Francesa, para os testarem e desenvolverem em conjunto o aperfeiçoamento do projeto. Os números projetados para o envio desses veículos à esses países, são muito superiores às necessidades militares dos mesmos. (Jane’s Military Magazine, 11/2007).
Para que? Seria apenas uma jogada comercial ou poderia também significar algum ensaio PE padronização logística? Considero certo que o ensaio de conquista pacífica via independência de nações indígenas está fazendo água. Talvez devamos preparar agora a dissuasão de aventuras militares. Aguardamos com expectativa o plano de defesa dos ministros Mangabeira e Jobim. Quanto a declaração de que, não podendo estar presente em todos os locais, poderemos suprir a deficiência com mobilidade aérea, lembro que, com supremacia aérea inimiga não há mobilidade aérea possível.
Uma vez já ecoou o grito: “INDEPENDÊNCIA OU MORTE!”
Fizemos ontem. Faremos novamente sempre que for preciso.
(*) – Cel. Ref. EB – Gélio Augusto Barbosa Fregapani.
Banner MMDC 468×60

Um Comentário
O CREPÚSCULO da AMAZÔNIA BRASILEIRA ! (7/04/2010)
Do BlogForte verificamos, projetos gráficos com desenhos de blindados militares, que revelam bom nível de conhecimento, confirmando a criatividade dos especialistas militares, que, infelizmente, não tem espaço para produzi-los e sempre são envolvidos por turvas políticas públicas de governantes que não aprenderam estimular progressiva pesquisa, e contínuo aperfeiçoamento a partir de blindados militares sob rodas e sobre lagartas militares fabricados . E nunca souberam autorizar compras permanentes para nossas FAs, para coloca-las na condição estratégica de clientes prioritários. E, também, nunca mostraram-se capacitados a elaborarem orçamentos militares contínuos que favorecessem o fortalecimento permanente das diferentes Unidades das FAs, em quantidade que atendessem a segurança do País. Em tempos passados tivemos a oportunidade de comprovar esta asserção com a produção de eficientes blindados sob rodas e sobre lagartas, bem conhecidos, como o Urutu, o Cascavel, o Sucuri, o Jararaca, o Ogum, o Tamoio, e o Osório, que não tiveram encomendas na quantidade que criasse vínculo com as industrias produtoras ou nunca tiveram nenhuma compra, como o caso do Osório. O que nos falta é a vinculação nacionalista com a causa da soberania do País. Infelizmente, temos de conviver com governantes e com políticos que nunca demonstraram decisivo respeito com a Pátria e compreensão do Poder sobre o solo que vivemos. Se o povo brasileiro tivesse sobre a Amazônia Brasileira igual fervor do povo israelense tem sobre sua pátria, o Estado de Israel, com certeza, nunca teríamos problemas com nossos orçamentos militares. E se não acontecer rápidas mudanças na mente da sociedade brasileira e dos governos, com certeza, começaremos a viver o Crepúsculo da Amazônia Brasileira, cujas conseqüências serão imprevisíveis, apesar do trabalho extraordinário dos valentes homens das Brigadas da Selva do bravo EB, empregando técnicas como o “Combate de Resistência”. Vemos que os sucessivos governantes e a classe política, nunca foram autores de decididas medidas voltadas ao objetivo do fortalecimento bélico contínuo das nossas FAs. A edição do Plano Estratégico de Fortalecimento Militar das FAs do Brasil produziu um grande impacto do seio do empresariado militar, pela eventual oportunidade de compras, mas a absurda e irresponsável falta de recursos financeiros nos orçamentos militares, estancou as iniciativas das FAs. As atenções que o governo se obriga ao Plano Militar Estratégico das FAs deverão ser continuadas, uma vez que, segurança e soberania nacionais não são coisas ocasionais num País com a grandeza do Brasil. E também um Plano Militar Estratégico das FAs, não poderá estar ligado à eventuais filosofias governamentais de gestão, nem ser motivo de ilícitos políticos insanos. E como falamos, não existe Estratégia de Defesa Militar somente escrito nos papéis governamentais, sem existência material, pois que, assim jamais alcançaremos o tão cobiçado Poder de Persuasão.O ritmo da ação do governo, intenso e constante, fará o processo do fortalecimento das nossas FAs, refletir-se na adoção de Especial Programa Governamental classificado de “POLÍTICA de ESTADO”, e nesta condição, o programa de governo, será exercido como Função Gerencial da Lei Orçamentária, tendo recursos suficientes que lhe permitam sustentação independente, excluindo-se, a influência do humor e da boa vontade dos agentes governamentais. Causa-nos estranheza o fato que durante os governos militares o sucesso obtido no fortalecimento bélico das FAs, não motivou um esforço perene destes dirigentes, transformando-o em “Política de Estado”. Estamos diante de um povo que, positivamente, não cresceu em amadurecimento dos objetivos nacionais e está, visivelmente, afogado no meio de escolhas pessoais equivocadas.Com assentamento nos preceitos da Constituição Federal, modificada por “Emenda Constitucional”, de forma que, sinalize a obrigatoriedade do fortalecimento militar da Nação, ficando perfilado em nossos Programas, Metas e Projetos Prioritários do governo, fazendo-o atento às violações da soberania nacional, e com peso jurídico para envolver toda Sociedade Brasileira na realização das Despesas Orçamentárias com atualização militar das FAs. As encomendas internas de armas e equipamentos bélicos deverão, também, ser “Contínuas” na intensidade e na quantidade necessárias à “Garantia”, definitiva da instalação das Industrias Brasileiras de Equipamentos Militar, estabelecendo os parâmetros do Consumo de um Mercado Interno de Materiais Bélicos das FAs do País. O mercado interno de compras de materiais bélicos com as nossas FAs na condição de clientes preferenciais e, por conseqüência, a fixação de fortes Orçamentos Militares, ambos constituirão os dois fatores que assegurarão a existência de nossas Indústrias Militares no Brasil. Temos suficiente Poder Econômico para formarmos Reservas Orçamentárias e definirmos Fontes de Recursos perenes que tenham destinação aos orçamentos militares necessários às ações das FAs.As dimensões territoriais da Nação e as responsabilidades governamentais com a sociedade brasileira, serão um estímulo aos dirigentes conscientes e presentes nas tarefas de defesa da soberania nacional. È lamentável que a grande maioria da sociedade não alcance a gravidade da questão da soberania do País, e ceda com facilidade aos jogos malditos articulados por agentes estrangeiros que inculcam nas mentes dos brasileiros relapsos e corruptos a desnecessidade do aparelhamento das FAs. A intromissão de assuntos que não lhes dizem respeito, tem como objetivo enfraquecer nossas defesas materiais e fragilizar o “animus” de nossas reservas de reação. O aumento da porcentagem do PIB brasileiro na participação dos recursos financeiros dirigidos aos nossos Orçamentos Militares é assunto de exclusiva competência e decisão do governo brasileiro, não interessando a quaisquer outras nações estrangeiras. Para melhores resultados e maior rapidez na decisão nas medidas, entendemos que as FAs necessitem de uma Única e Centralizada Coordenação Tecnológica de Materiais Bélicas, divididas entre, o EB, a FAB e a MG do Br, com o fim dos esforços possuírem máximo rendimento operacional. Vale ainda afirmar que, a definição das Fontes dos Recursos que canalizarão recursos financeiros próprios, de forma ininterrupta, para os Fundos Orçamentários/Financeiros nutridores dos Orçamentos Militares de Capital – Investimentos, à disposição das nossas FAs, é matéria estratégica da tomada de decisão exclusiva da Nação Brasileira, e de ninguém mais. OK !!!!. Os Corsários Internacionais estimulam a desarticulação do fortalecimento das nossas FAs, para facilitá-los à posse de considerável fatia da Região Amazônica. A “capacitação nacional” a que se refere o ministro Jobim, é o Plano Militar, que inclui acordos militares fechados com a França.
O objetivo a ser obtido é o tão desejado Poder Dissuasório. Saudações aos Corações Verde –Amarelos. O Velho Patriota Luiz.