Entreguismo brasileiro

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Interessante este posicionamento dos EUA em defesa da soberania dos povos indígenas pois poderiam eles terem dado soberania às Nações Indígenas que eles mesmo aniquilaram, como aconteceu com os Apaches, os Comanches e outras etnias indígenas que eles lobotomisaram.
Muito diferente do Brasil, que sempre teve políticas indígenas senão ideais pelo menos satisfatórias, prova disto é a existência de tantas tribos e culturas indígenas em pleno 2008, totalmente preservadas.
Tivemos a oportunidade de conviver com alguns missionários americanos no Estado de Rondônia e acompanhar seu trabalho junto aos indígenas, trabalho este específico em estudar a lingua, criar uma escrita e preservar a cultura. Trabalho que julgamos que deveria estar sendo feito por brasileiros mas que, diante da nossa omissão ou dos nossos governantes,  só temos a agradecer pelo trabalho destes estrangeiros, gastando cerca de 30 anos de suas vidas a preservarem a cultura de um povo com cerca de pouco mais de 200 habitantes. Devemos então saber separar trabalhos sérios e cientificos embasados em sentimento religioso, de possíveis ONGs existentes e que sejam de origem suspeita.
Também tive oportunidade de estar com Índios, visitei aldeias, e o sentimento não é de revolta ou qualquer levante entre os que conheci, precisam sim de recursos, precisam ser protegidos dos brancos assassinos que os matam e roubam terras, eu particularmente ouvi um fazendeiro fazer bravata dizendo que matou 8 indios, e provavelmente deve estar impune até o dia de hoje.
Precisamos de governantes que sejam tão grandes quanto o Brasil o é, e não de provincianos que busquem cidadania de seus filhos em outro país, demonstrando que não tem qualquer comprometimento com o futuro da nossa Nação Brasileira, se a coisa não der certo eles simplesmente mudam de país (levando algo com eles com certeza, pois sem nada, como chegaram ao poder, certamente não poderiam ir).
Daniel Ferreira de Souza ( Editor do MMDC)
“A política indigenista aplicada na Amazônia é lamentável, caótica e está dissociada da história brasileira”.
1981 – A Christian Church World Council, publica em Genebra, a sua Diretriz para as Organizações Sociais Missionárias no Brasil, determinando o seguinte:
“A Amazônia é patrimônio da Humanidade”.
“A posse dessa imensa área pelos países da região é meramente circunstancial”.
“As riquezas minerais existentes nessas terras devem ser consideradas como reservas estratégicas das nações desenvolvidas, para serem exploradas oportunamente”.
“É nosso dever garantir a preservação da Amazônia e de seus habitantes aborígenes para seu desfrute pelas grandes civilizações européias”.
Uma declaração coerente e patriótica. Gen Ex Heleno Augusto.
Cmt Militar da Amazônia.
6 Abr 2008 – “Enquanto eu for Comandante Militar da Amazônia, minha tropa vai entrar onde for necessário”.
“A política indigenista aplicada na Amazônia é lamentável, caótica e está dissociada da história brasileira”.
“Porque brasileiro não pode entrar numa terra indígena?”
“O risco da soberania é que essas áreas podem ser separadas do território brasileiro”.
“Há ONGs picaretas entre as 220 mil que atuam no Brasil”.
“Os índios querem ter Tv, geladeira e internet”.
D.A.N.
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6 e 7/09/2008
216 reservas indígenas podem se transformar em países independentes (Fim)

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Luiz Gonzaga Lessa
Por que será que os indígenas não foram consultados, via referendo, para manifestarem claramente os seus desejos e a sua vontade? Medo de que a preferência pela demarcação em área descontínua, em ilhas, prevalecesse? Pois esse parece ser o desejo da maioria dos habitantes da Raposa/Serra do Sol.
Mais uma vez, com indiferenças e argumentos pouco consistentes, o ministro não reconheceu as enormes pressões das ONGs, do Cimi, do CIR, da própria Igreja católica com a sua missão Consolata e do seu organismo Campanha da Fraternidade, cujo tema foi a Amazônia, de declaradamente se opor a todo movimento desenvolvimentista e a propalar que os índios deviam resistir à presença de militares nas suas áreas, pois estava em curso um forte programa de militarização da Amazônia.
E o Exército sabe como foi difícil cumprir a sua missão constitucional e construir na Raposa/Serra do Sol o Pelotão Especial de Fronteira de Uiramutã, só tornado realidade após intensa luta na Justiça para derrubada de liminares patrocinadas por movimentos com forte conotação e apoio internacional. E, note-se, o Brasil ainda não havia firmado a malfadada Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas. Que dirá agora!
Por que será que o ministro não se preocupou com as ameaças à nossa soberania e manutenção da nossa integridade territorial em um cenário mundial que nos é francamente adverso, para não dizer hostil, quando com a conivência do próprio governo brasileiro firma-se uma Declaração que confere implícitos poderes para a internacionalização da questão indígena e, por via de conseqüência, da própria Amazônia? A que ponto chegamos!
Ministro, o seu parecer foi superficial, porque o senhor deixou de ver o problema principal, subjacente ao da demarcação, mas a ela intimamente vinculada – a soberania do País -, que de uma hora para outra pode ser contestada pela criação de um sem número de nações no solo brasileiro, apoiadas por terceiros países ou organismos internacionais, respaldados nos termos da Declaração? Irrealismo?
Exemplos recentes no cenário mundial são alertas muito preocupantes para todos os brasileiros, que, a despeito de decisões menores que comprometem a unidade nacional, querem legar aos seus descendentes o País que herdamos, íntegro, em paz social, com a mais perfeita harmonia étnica, que com enormes sacrifícios logramos construir. Inexplicavelmente, o ministro se fez de cego, não enxergando a trama que se articula contra o Brasil.
Seu parecer, ministro, ignora a inserção do País num cenário mundial conflituoso, que presencia a criação, por motivações diversas, inclusive étnicas, de pseudopaíses, com desrespeitos flagrantes à soberania dos estados nacionais, e contempla persistentes pressões pela internacionalização da Amazônia, que só fazem alimentar e crescer com argumentações idílicas como as suas, que comprometem o nome respeitado que o STF construiu ao longo da história brasileira, fruto das sua sábias decisões, sempre em benefício da unidade nacional.
Sabíamos do seu saber jurídico, todavia, não demonstrado no frágil parecer que exarou. Mas desconhecíamos a sua ingenuidade frente aos problemas mundiais e à desconsideração das suas implicações para o Brasil. É estupefaciente!
Seja qual for a decisão a que o plenário do STF venha a proferir, que ela não seja vaga, que realmente ponha o dedo na ferida e resguarde o melhor do interesse nacional, o que, infelizmente, o parecer do ministro Carlos Brito não logrou atingir.
Luiz Gonzaga Schroeder Lessa, general-de-exército, comandou a Amazônia e presidiu o Clube Militar

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Um Comentário

  1. almir pereira
    Postado em 28 de abril de 2010 às 12:05 | Permalink

    O que esperar do STF? Exmo SR Gen Lessa. No dia de hoje acessando sua resenha vejo que ninguem se manifesta . Está aí o Brasil que foi construido nos últimos anos com inteligencia por aqueles que já nos invadiram. Há ouço e vejo denúncias a respeito da nossa amazonia e há anos não vejo nada ser feito em nossa defesa. Só covardia…

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