Direitos Humanos ou Humanos direitos

Posted on novembro 10, 2008

Certa vez fui abordado por um indivíduo, que questionou os direitos humanos como sendo uma organização tendenciosa, a qual colocavam-se de lado , os reais direitos da pessoa e defendiam apenas as necessidades individuais e legais do infrator.

Confesso que tal afirmativa não me espantou, pois infelizmente o nome dos “direitos humanos” foi muito mal interpretado e conseqüentemente mal trabalhado pela mídia e por algumas ONGs tratando do assunto de forma sensacionalista , promovendo fatos , e pessoas oportunistas que através de atitudes e ações polêmicas , causavam repudia a todo o resto da sociedade menos esclarecida.

As pessoas menos esclarecidas , passaram com isso a identificar os “direitos humanos” como uma expressão ideológica - geralmente relacionada e vinculadas a atos criminosos. Com  isso , ironicamente , as pessoas se referiam aos “pseudos ativistas” dos “direitos humanos” como sendo eles contra-tipos  dos “humanos direitos”, que no caso se tratavam das pessoas de bem que não tinham os seus direitos preservados e viam criminosos se beneficiando de proteções muitas das vezes exagerada e desequilibradas ao real direito legal.

Saibamos todos, que ao falar de Direito Humanos, estamos nos reportando a um dos maiores tratados já assinado no mundo, onde todas as nações do mundo assinaram e reconheceram tal tratado escrito pela ONU.

A DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS - 1948 está reconhecida e assinada por representantes legais , de todos os  países do mundo. Com isso , a DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, passou a ser uma lei comum para todos os indivíduos que estão na face da terra.

Desde a sua publicação , a DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, passou a enumerar as necessidades básicas de todo o ser humano, como os direitos à vida, à alimentação, à saúde, à moradia, à educação, à liberdade de expressão, à liberdade política, etc.

É importante saber que os Direitos Humanos não significam, no entanto, ser uma espécie de assistencialismo, filantropia ou caridade.

Todos os seres humanos independentemente da idade, sexo, raça, etnia, opção religiosa, ideologia política e social , orientação e opção sexual, ou qualquer característica pessoal ou social, possuem DIREITOS HUMANOS.

Qualquer que seja o tipo da discriminação que qualquer indivíduo mantenha ou promova desigualdades , consiste em VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS. Em resumo , DIREITOS HUMANOS, é tudo o que as pessoas precisam para viver com dignidade, são todas as aspirações de justiça de todos os povos e pessoas e ainda é também a base de fundamentações para políticas públicas, ou seja, Direitos Humanos nada mais é do que DIREITO PARA QUEM TEM DIREITO E SER JUSTO COM QUEM MERECER JUSTIÇA.

 

MARCELLO BEHRING

PRESIDENTE NACIONAL

COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS

E CIDADANIA MB - BRASIL

http://www.mariobehringbrasil.org

Não deu na GLOBO, mas deu aqui!

Posted on novembro 7, 2008

*LIÇÃO DE CIDADANIA*
Esse é o exemplo que deve ser seguido…
Tomara que essa moda pegue, mas prá isso necessita ser divulgada…
Municipio de Bom Jesus do Itabapoana, Rio de Janeiro
Devido ao baixo nível do candidato,de um total de 26.863 eleitores que
compareceram às urnas,20.821 eleitores conscientes decidiram anular o seu voto.
É algo difícil de acontecer, mas aconteceu!
Os votos nulos somaram 20821 ( 89,23%).

Vejam a coragem e esclarecimento dessa população.
O candidato a prefeito não servia e a população cuidou de eliminá-lo no voto.
O TRE terá que fazer nova eleição e o candidato reprovado não poderá se candidatar novamente.

O interessante é que esse fato não foi divulgado em nenhuma mídia.
Até a Globo se calou. Se a moda pega, quem sabe não poderíamos depurar essa gente que vive enganando a todos?

Quem sabe a solução que tanto almejamos não passa por aí?

Escolher entre o ruim e o medíocre, ou seja, entre os políticos profissionais e os dinásticos (temos até  terceira geração destes políticos feldais), pode não ser a única opção.

Será que democracia é realmente isto?

Brasileiros, vamos tomar as rédeas da nação e apoiarmos candidatos que realmente sejam a representação popular.

E quando não temos uma opção melhor usar a força do voto para que se apresentem “outros” candidatos que atendam o clamor nacional.

Já imaginaram isto para a Presidência da República?

 

Verificamos a veracidade deste fato no site do TRE

http://www.justicaeleitoral.gov.br/divhtml.htm

O Filme Cazuza retrata um modelo de relação familiar?

Posted on outubro 27, 2008

Uma psicóloga que assistiu o filme Cazuza escreveu o seguinte texto:
‘Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora.
As pessoas estão cultivando ídolos errados.Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?
Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.

Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado. No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.
São esses pais que devemos ter como exemplo? Cazuza só começou a gravar pois o pai era diretor de uma grande gravadora.
Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada?
Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?
Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido.
Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?
Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor.
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar. Não se preocupem em serem ‘amigos’ de seus filhos. Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.’
Karla Christine
Psicóloga Clínica

Uma Análise Intrigante sobre ONGs

Posted on outubro 24, 2008

ANÁLISE INTRIGANTE

 

Vítimas da Seca no Nordeste

Índios na Amazônia

 

10 Milhões

230 Mil

Sujeitos a Fome?

Sim

Não

Passam Sede

Sim

Não

Subnutrição

Sim

Não

ONGs Estrangeiras Ajudando

NENHUMA

350

Provável explicação:

 

A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.


Já o nordeste
não tem tanta riqueza. Será por isso que lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos?

 

O que o Governo faz com nosso dinheiro

Posted on outubro 3, 2008

O STF comprometeu verba para um aparelho tecnológico: scanner. Quase R$ 67 mil foram empenhados para a aquisição de 20 equipamentos. Mais de 3 mil reais por um scanner de mesa? Quem fabrica esse aparelho? A NASA?

Já a Universidade da Força Aérea, localizada no Rio, parece preocupada com os estudos de seus aprendizes. O centro de ensino reservou R$ 8,2 mil com o pagamento de aluguel de três microônibus, padrão interestadual, com capacidade para 23 passageiros, ar condicionado, geladeira e banheiro, para o transporte dos alunos para estudos do Curso de Comando e Estado-Maior (C,CEM). Detalhe, o curso será ministrado em cidades do Nordeste. Cada microônibus terá um destino: serão dois dias em Fortaleza, três em Porto de Galinhas e quatro dias em Natal. Resta estudar e tomar água de coco debaixo de sombra fresca…

A PR empenhou mais R$ 70,5 mil com a aquisição de 61 aparelhos de ar condicionado. Parece que o clima está quente dentro da Presidência da República… Lavar louça no órgão também será tarefa mais fácil. Isso porque foram reservados R$ 1,1 mil com a compra de 350 panos de prato.

O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (Minas Gerais), por sua vez, comprometeu R$ 3,1 mil com o pagamento de serviço de regravação de 18 medalhas da “ordem do mérito judiciário do trabalho desembargador Ari Rocha”. Além disso, R$ 432,00 foram empenhados para custear a produção de mais seis medalhas oficias e R$ 1,4 mil com medalhas insígnias. Resta sabem quem serão os homenageados…

Festa! O 8º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado, localizado no Rio Grande do Sul, comprometeu R$ 5 mil com pagamento de serviço de buffet para 300 pessoas. Será que teremos um churrasco também, tchê? Já o 1º Regimento de Cavalaria de Guarda, oficialmente denominado como Dragões da Independência, também entrou em ritmo de festa. Isso porque a unidadade empenhou R$ 800,00 com a compra de 80 sacos de gelo, R$ 3 mil com a aquisição de 100 caixas com 100 salgadinhos cada e R 1,2 mil com a compra de 400 cocas-cola.

O Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo, empenhou (reservou em orçamento) R$ 1,6 milhão com a compra de 11 omegas de motor 3.6, V6. Cada carrinho desse custou R$ 145 mil. Coincidência ou não, a corte máxima do Poder Judiciário brasileiro é composta exatamente por 11 ministros. Além disso, ainda em meio ao longo debate sobre grampos telefônicos, o STF comprometeu R$ 15,9 mil com a compra de 20 faxs.

O Supremo também empenhou R$ 3,7 mil essa semana com a compra de tecido “veludo alemão, liso, na cor preta, medindo 1,50 metro de largura, confeccionado em tecido natural macio e brilhante com aspecto peludo de primeira qualidade impermeabilizado, com seu lado avesso liso e o lado externo coberto de pelos cerrados e curto”. A nota de empenho não descreve, no entanto, para o que será usado o material…

A Câmara dos Deputados, por sua vez, reservou R$ 36,3 mil com a compra de 55 sofás, sendo 35 unidades de dois lugares, cinco de três lugares e 15 poltronas individuais. O mobiliário, requisitado pelo Departamento de Material e Patrimônio da Casa (Demap), deverá atender solicitação de gabinetes parlamentares e outros setores.

Já o Senado Federal esteve preocupado com a beleza de suas xícaras de café. Isso porque o órgão comprometeu R$ 8 mil com aquisição de 30 estojos contendo seis xícaras em cada, com desenho de azulejos de Athos Bulcão, do painel Ventania. Dessa quantia, R$ 260,00 servem para a execução de um folder.

Estojo também não faltou no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O órgão empenhou R$ 1,3 mil com a compra de 2,7 mil estojos, em PVC, para armazenar DVD. A aquisição foi feita para atender a coordenadoria de TV.

Já o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) parece preocupado com a manutenção de seus equipamentos da área de informática, principalmente agora às vésperas das eleições. O órgão reservou R$ 11,7 milhões para a compra de mais de sete mil computadores com monitores LCD. A Lenova Tecnologia Limitada do Brasil ganhou o pregão e vai fornecer o material.

O TSE ainda comprometeu R$ 78,4 mil para custear “contratação de empresa para fornecimento de alimentos preparados para atendimento aos senhores ministros e servidores que permanecem trabalhando no TSE após ás 20 horas, por ocasião das sessões plenárias e administrativas da corte”. Ainda de acordo com a nota de empenho, a empresa contratada deverá entregar os produtos, incluindo bebidas, nas terças e quintas-feiras, entre 16h e 17h30.

O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (Minas Gerais) e a Base Aérea de Santa Maria também não ficaram de fora das aquisições de produtos eletrônicos. O TRT mineiro empenhou R$ 100,8 mil com a aquisição de 80 scanners digitais e a Base reservou R$ 3,6 mil com a compra de duas máquinas de lavar roupa e três microondas.

A discussão esta semana vai ser quente em Brasília por conta da descoberta de suposta escuta clandestina realizada pela Abin no gabinete do ministro do Supremo Gilmar Mendes. No entanto, pelo menos para esfriar os ânimos dos parlamentares e funcionários da Câmara, já há chuveiros novinhos. A Casa empenhou (reservou em orçamento) R$ 2,3 mil com a compra de 88 chuveiros elétricos. Será que vem por aí uma enxurrada de ducha de água fria?! Veremos…

O Supremo Tribunal Federal (STF) de Mendes, um dos alvos do grampo, parece ter pilha suficiente para agüentar a “descarga elétrica” desta semana. Isso porque o órgão comprometeu R$ 2,9 mil para a compra de 1,5 mil pilhas de diversos tamanhos. Além disso, o STF também empenhou R$ 27,2 mil com a aquisição de 20 carrinhos de distribuição de alimentos. Claro que também não podiam faltar carrinhos, de duas rodas, para a distribuição de documentos. O órgão comprou 51 deles. E que os processos não se percam no caminho…

A Presidência da República, que também está no meio do fogo cruzado no abacaxi dos grampos ilegais, seguiu o mesmo embalo elétrico e reservou R$ 3 mil com a compra de quatro mil pilhas do tipo pequena e palito. Já o Senado preferiu artigo mais vistoso. A Casa comprometeu R$ 4,5 mil com a aquisição de coroas de flores.

O Tribunal de Contas da União (TCU), que nada tem a ver com a história dos grampos, não quis saber de pequenos objetos e empenhou R$ 233 mil com a compra de dois carros “utilitários cabine fechada” da Chevrolet, na cor preta, motor a diesel, sistema antifurto com travamento das portas, entre outros itens. Resta saber quem irá dirigir os possantes…

Entre os órgãos militares, destaque para o Comando da 12ª Região Militar, que reservou R$ 108,48 com a compra de 96 cervejas. A exigência da nota de empenho era que fosse Skol. A explicação é simples: tem que descer redonda. O Comando da 3ª Divisão de Exército também foi na onda alcoólica e comprometeu R$ 510,00 com a compra de 30 garrafas de 750 ml de vinho tinto e branco. Resta tomar cuidado com a Lei Seca…

Já para matar a fome do pessoal, a Base Aérea de Canoas empenhou R$ 2 mil com a aquisição de 62 quilos de bolo (52 só de chocolate), além de 20 centenas de salgadinhos assados com massas folhada e seca. O 4º Batalhão de Aviação do Exército, por sua vez, resolveu investir nos itens da cozinha. A unidade reservou R$ 10,5 mil com a compra de uma batedeira industrial de polpa e papel e uma máquina de fabricar gelo. Além disso, empenhou R$ 2,5 mil com a aquisição de um cortador elétrico de frios.

E para matar a fome dos cães, o Comando da 6ª Brigada de Infantaria Blindada comprometeu R$ 2,4 mil com a compra de 36 sacos de ração de cachorro. Nada melhor do que a ajuda de uma blindagem animal…

O clima dentro do Supremo Tribunal Federal (STF) parece realmente estar quente. O órgão máximo do Poder Judiciário brasileiro, com sede em Brasília, empenhou (reservou em orçamento) R$ 3,4 mil com a compra de 23 ventiladores e R$ 3,5 mil com a aquisição de 18 circuladores de ar. Para esfriar ainda mais os ânimos acalorados das últimas semanas, o STF comprometeu R$ 14 mil com a compra de 59 aparelhos telefônicos digitais. Alguma relação com problemas de grampo? Não acreditamos…

Já a Presidência da República parece estar preocupada com a beleza de seu mobiliário. Isso porque o órgão empenhou R$ 395,00 com a compra de 100 frascos de lustra-móveis.

A Base Aérea de Fortaleza, por sua vez, está preparando uma bela degustação para seus militares. A unidade reservou R$ 1,6 mil com a compra de 100 quilos de camarão rosa. E a descrição na nota de empenho é rigorosa: “apresentação limpo, descascado e sem cabeça (filé perda máxima degelo 3, aplicação consumo humano, tamanho grande, congelado, em caixas padronizadas e com selo sif)”. Para os alérgicos à especiaria, recomendamos cuidado…

A Base Aérea de Belém também mexeu no cardápio essa semana, só que com ingrediente para a sobremesa. A entidade comprometeu R$ 850,00 com a compra de cinco mil paçoquinhas. Ê trem baum, sô… O mesmo fez a Base Aérea de Santa Cruz, que empenhou R$ 1,2 mil pela aquisição de 50 tortas de mousse.

Quem também reservou surpresas para a cozinha foi o Senado, que empenhou R$ 6,2 mil com contratação de buffet. Mas a Casa também está atenta ao incômodo causado pelos raios de sol em suas instalações. A instituição comprometeu R$ $ 61 mil com contratação de empresa para fornecimento e instalação de cortinas, forros, blecautes e bandos para as edificações da Casa. Quem ganha, claro, são os funcionários e os nobres senadores, que poderão desfrutar de maior privacidade nos ambientes do órgão.

Senado Federal. A Casa reservou R$ 2,2 mil com a compra de um carrinho para chá. A expectativa é servir bem todo mundo no segundo semestre… Além disso, o órgão comprometeu R$ 8 mil com a locação de um piano meia-calda. Nada mais suave que um chazinho e uma música nobre…

Muito fina também foi a reserva de R$ 7,4 mil realizada pelo Gabinete do Comandante do Exército para a compra de seis vasos de planta em cerâmica para mesa, cinco arranjos em cristal de folhagem e 14 flores naturais para decoração. Outra aquisição refinada foi a do Comando da 11ª Região Militar, que comprometeu R$ 800,00 com a compra de 30 quilos de amêndoas sem casca e R$ 489,65 com 35 quilos de castanha do Pará.

Nem tão nobre assim foi a Base Aérea de Fortaleza, que empenhou R$ 97,50 com a compra de cinco garrafões de cinco litros de vinho tinto, “classe licoroso, teor açúcar seco”. A base parece realmente não ter se preocupado muito com a qualidade desses materiais. A entidade quis dar atenção especial aos animais: empenhou R$ 540,00 com a compra de seis pacotes de ração para cães adultos e R$ 2,1 mil com a compra de 22 sacos para filhotes.

A Base Aérea dos Afonsos, por sua vez, reservou R$ 4,5 mil com a compra de 200 frascos de protetores solar fator 30. Isso porque o verão carioca ainda não começou ainda… Já o Departamento Logístico se impressionou com algumas motocas. A divisão comprometeu mais de R$ 1 milhão com a compra de 71 motos da Yamaha de 220 cilindradas. Os militares agradecem…

Os funcionários do Departamento Geral de Pessoal também tiveram motivo para ficarem satisfeitos. A seção empenhou R$ 2,2 mil com a compra de 250 quilos de salgadinhos para coquetel. Já a Secretaria de Economia e Finanças vai trabalhar bastante para não perder as contas. O órgão reservou R$ 46 mil com a compra de mil agendas pessoais, 600 bloquinhos e 60 pastas para eventos com bolsas internas.

Não acreditou em nada que está escrito aqui? Então clique AQUI e veja as notas de empenho.

Fonte: Contas Abertas

O “pesadelo” americano…

Posted on outubro 1, 2008

A BBC não nos permite transcrever a matéria, mas disponibilizamos o Link.

É muito triste saber que existem muitas pessoas nos EUA dormindo em seus carros em estacionamentos, depois de perderem seu emprego e sua casa.

Veja a Matéria:

http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200809301025_BBB_77475353

Crise Financeira EUA X Brasil

Posted on outubro 1, 2008

ESTADOS UNIDOS Costa Rica, Honduras e Guatemala já sofrem com desemprego por terem empresas com contratos exclusivos com o país; ainda assim, Bush insiste em assinar TLC com a Colômbia

Memélia Moreira

DAQUI A alguns anos, muitos anos, quando historiadores e arqueólogos se debruçarem para estudar as cinzas do capitalismo, no capítulo “recessão americana”, certamente o Brasil será citado como um dos países que sobreviveu à grande crise. E um nome terá destaque nesse capítulo: o do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que, com respaldo dos movimentos sociais da América Latina, resistiu à assinar um acordo que levaria o continente à catástrofe que começa a ser vivida pelos estadunidenses.
Sua persistência para evitar que o Brasil assinasse o acordo de criação da Área de Livre Comércio da América Latina (ALCA) na reunião de Miami, foi decisiva para nos tornar menos vulneráveis à crise. Naquele outono de 2003, na ensolarada Miami, Amorim usou todas as cartas e virou o jogo em favor do Brasil, deixando um alerta para os demais países latino-americanos.
A ALCA, nos termos pretendidos pelo Império, era nociva aos interesses dos países que vivem ao sul dos Estados Unidos. Seu comportamento foi exatamente o inverso de seu antecessor no ministério, Felipe Lampréia, que não só era favorável à ALCA, como chegou ao cúmulo de, nas discussões sobre esse tratado de livre comércio, assinar um acordo bilateral com os Estados Unidos, cedendo a Base de Alcântara, no Maranhão, para uso exclusivo dos gringos. Mais uma vez, os movimentos populares e o relator do assunto na Comissão de Relações Exteriores da Câmara, o então deputado Waldir Pires (PT-BA), evitou uma “Base de Guantánamo” em território brasileiro.
Sem estardalhaço, Celso Amorim enfrentou um plenário que reunia ministros de 34 países latino-americanos, homens de negócios de todo o continente e, principalmente, Robert Zoellick, que era subsecretário de Comércio dos Estados Unidos e hoje, presidente do Banco Mundial. Era um encontro de diplomatas, mas o jogo foi pesado, principalmente porque Zoellick chegara ao cúmulo de dizer que “ou o Brasil adere à ALCA ou vai se aliar à Antártida”. Mas Celso Amorim não se intimidou. Ele resistiu e, ao enfrentar os anfitriões, e demais ministros da América Latina, provocou também a agonia dos tratados comerciais que os EUA queriam mais uma vez impor à nossa América.
Lá fora, isolados da reunião, os movimentos sociais de toda a América Latina demonstravam sua total repulsa ao tratado nas manifestações que nos jornais estadunidenses foram chamadas de “a batalha de Miami”.

Brancaleone x caubóis
De um lado, bombas de pimenta, gás lacrimogêneo, 30 mil homens vestidos de preto dos pés à cabeça, cobertos por elmos à prova de balas, outros formando uma barreira, montados em bicicletas com luz de neón, camburões, jovens policiais com algemas penduradas na cintura, atiradores de elite na coberturas dos hotéis da avenida Bay Biscayne, armas ostensivamente à mostra.
Do outro, pessoas coloridas, desarmadas, com alegres e ritmados gritos de protesto que misturavam inglês, português, espanhol, lembrando “o incrível Exército de Brancaleone” – um cavaleiro atrapalhado que lidera um pequeno e esfarrapado Exército – , vigiadas pelo ar por helicópteros com seus potentes faróis, e pelo mar, no azul do Caribe da baía Biscayne, por um portaaviões de tamanho médio. Todos prontos para atacar os 15 mil manifestantes que, naquele dia de 2003, diziam “não” à ALCA. No auditório da Igreja Batista, na mesma avenida em que aconteciam os confrontos, num discurso para um público de mais de 3 mil pessoas, o poderoso John Sweeny, presidente da maior central sindical do mundo, a AFL-CIO, alertava o auditório contra os efeitos nefastos da ALCA, “que vai tirar mais empregos dos estadunidenses, como fez o NAFTA [Área de Livre Comércio da América do Norte, integrada pelos Estados Unidos, México e Canadá]”. Seus seguidores engrossaram a marcha enquanto clamavam “Fora Bush”, palavra de ordem imediatamente apoiada pelos manifestantes latino-americanos.
A 400 metros dos manifestantes, no hotel Inter-Continental, um cinco estrelas cercado por telas eletrificadas, Celso Amorim, quase de forma solitária, e até contra seu colega, Fernando Furlan, então ministro da Agricultura, anunciou que seu país não assinaria o acordo nas bases propostas pelo governo estadunidense, mentor intelectual da ALCA ou FTAA, na sua sigla em inglês.
No Brasil, poucos se lembravam que, naquela data, 19 de novembro, se comemorava o Dia da Bandeira. E nenhum brasileiro, mesmo vidente, com bola de cristal ou babalorixá e seus búzios, podia prever que naquele dia, a voz solitária do ministro tornou o Brasil mais resistente nos anos seguintes. Os demais países que prontamente concordaram com Zoellick e aceitaram assinar acordos conhecidos pela sigla TLC (Tratado de Livre Comércio) já vivem as angústias da crise que começou com os bancos que praticavam o subprime (juros abaixo dos valores do mercado) nos empréstimos imobiliários, e hoje já atinge boa parte da economia estadunidense, que começa a viver sua primeira grande recessão do século 21. E uma recessão que a cada dia mais se aproxima de uma depressão.

Recessão x depressão
O professor Aírton Queiróz, do Departamento de Economia da Tecnologia da Universidade Federal Fluminense, chama a atenção para a diferença entre “recessão” e “depressão”. Diz ele que a “economia estadunidense, embora já tenha, na margem, entrado em recessão – que significa redução do ritmo de crescimento –, ainda cresce, mesmo que pouco. Recessão não é depressão. Este último fenômeno é muito mais grave, significa volumes nacionais de produção física menores que nos trimestres/ anos anteriores, o que causa desemprego de gente de capacidade produtiva, de investimentos, em movimento de bola de neve, isto é, ladeira abaixo, comprimindo o consumo e destruindo a economia”.
O professor diz que ainda é cedo para avaliar até onde vai chegar a crise, porque, afirma, “só houve grandes danos nas empresas imobiliárias, em bancos de investimentos e em algumas seguradoras. Os balanços dos gigantescos bancos comerciais referentes ao primeiro trimestre de 2008 ainda não saíram”.
Mas, mesmo reconhecendo que o fenômeno ainda não se enquadra na depressão clássica, Queiróz chama a atenção para o fato de que os “Estados Unidos vivem, desde a década de 1970, acima de suas possibilidades, formando dívidas públicas e privadas crescentes, e um dia a fatura teria que chegar. Até que demorou muito para chegar a conta. E só chegou um pedaço pequeno dela”.
Ou seja, provavelmente o valor total da conta mergulhe o país na depressão, palavra estigmatizada para qualquer estadunidense com mais de 60 anos.
Se a depressão ainda é só uma ameaça, ela vem solapando até mesmo os grandes bancos. É o caso do Citi. Considerado o maior banco privado do mundo em ativos, assistiu um rombo colossal nos seus lucros em 2007, em decorrência da crise imobiliária. O rombo foi de 18 bilhões (bilhões!!!) de dólares, e o anúncio de que 20 mil empregados serão demitidos até o final do semestre.

Primeiros efeitos
Mesmo que a depressão ainda pareça distante, a recessão já começou a fabricar suas vítimas, não só dentro dos Estados Unidos. Ela começa a atingir aqueles que assinaram acordos bilaterais de comércio com os EUA. A primeira vítima é a Costa Rica.
Em 2007, o governo promoveu um referendo para aprovação do TLC. Na época, a Igreja Católica e os movimentos sociais acusaram o presidente costarriquenho, Oscar Arías, de compra de votos para aprovar o tratado.
E agora, 14 meses depois do referendo ser aprovado, os trabalhadores costarriquenhos já sabem o quê significa “livre comércio” com um país em bancarrota. Na primeira semana de abril, 1.600 pessoas perderam o emprego numa fábrica que tem contrato exclusivo com os Estados Unidos. Para um país com uma população de pouco mais de 3 milhões, o número é significativo.
Honduras e Guatemala seguem o mesmo caminho. E os primeiros resultados já podem ser percebidos na costa da Flórida, para onde migram centenas de pessoas, principalmente da América Central e dos países banhados pelo Caribe. Nos dois últimos meses, o número de imigrantes para o sul dos Estados Unidos passou de 130 por mês para mais de 180. E, na noite de 21 de abril, a Guarda Costeira da Flórida recolheu 60 mortos de um barco que vinha carregado de haitianos e salvadorenhos fugidos da miséria de seus países. Só três dos náufragos sobreviveram.
Os sobreviventes desses naufrágios, cada dia mais freqüentes, obviamente, vão se juntar ao exército dos ilegais que aceitam qualquer tipo de trabalho em troca de salários abaixo do mínimo do Estado da Flórida, que é de US$ 6,75/ hora. Ou seja, mais uma razão para os sindicalistas estadunidenses baterem forte contra os tratados de livre comércio.

Colômbia
Apesar da derrota em Miami, apesar dos anúncios de catástrofes, e apesar de todos os alertas de que os tratados vão criar mais desemprego num país que, por causa da crise, está perdendo mais e mais postos de trabalho, o presidente George W. Bush parece desconhecer a tragédia que se forma ao seu redor. E, num alheamento que se assemelha à oligofrenia, Bush ainda insiste em assinar tratados comerciais.
Sua mais recente investida aconteceu no início de abril, quando o presidente mandou ao Congresso a mensagem para que fosse votada a lei autorizando os EUA a assinar o TLC com a Colômbia. Ele pediu pressa “porque o Tratado de Livre Comércio com a Colômbia atende nossos grandes interesses nacionais e é em defesa da democracia na Colômbia”. O velho discurso, dessa vez, não colou. George W. Bush mais uma vez frustrou-se. Nancy Pelosi, deputada democrata do Estado da Califórnia, e terceira na linha de sucessão presidencial (ela é presidente da Câmara), depois de dizer que “o presidente vai nos levar à bancarrota com as guerras do Iraque e Afeganistão e a crise econômica”, usando de suas prerrogativas contitucionais, decidiu fazer o projeto tramitar em “60 dias legislativos”. Ou seja, mais de seis meses.
Em outras palavras, o próprio Congresso estadunidense deu o tiro de misericórdia no grande sonho de se ter uma zona franca de comércio do Alasca à Patagônia, transformando em cinzas não apenas a ALCA (que ainda povoava o imaginário de Bush), mas seu sucedâneo, o TLC. E ele próprio já admite, nas reuniões de gabinete, que o prazo estipulado por Nancy Pelosi, “liquida o tratado”.

“Brasil De Fato”

Amazônia Brasileira em Perigo

Posted on setembro 28, 2008

AMAZÔNIA BRASILEIRA EM PERIGO! SALVÊMO-LA!

(Manifesto à Nação Brasileira)

A – O Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos – CEBRES, Sociedade Civil de Direito Privado, de caráter cultural, sem fins lucrativos; fundado em 23 de julho de 1981, dedicado a estudos e pesquisas sobre a problemática político-estratégica, nacional e internacional; profundamente preocupado com os Rumos da Política Governamental, nas últimas décadas,


DIRIGE-SE:


1 – Aos Integrantes dos Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo (Federal, Estadual, Municipal) da República Federativa do Brasil;

2 – Às Classes Empresariais, Instituições Religiosas, Associações, Sindicatos;

3 – Às Instituições Universitárias, Acadêmicas, Estudantis;

4 – Às Forças Armadas, em toda a sua Organização Piramidal;

Para alertá-los, sobre Fatos, Decisões, Concessões, Constatações, de extrema gravidade, no Cenário Político-Estratégico da Amazônia brasileira, neste início de século XXI.

 

B – Algumas Medidas e Providências, de “Iniciativa…” do Governo Federal, ao arrepio e infringindo cláusulas pétreas do Estatuto Constitucional:

1 – Portaria 580, de 15.11.91, editada pelo Ministério da Justiça, inconstitucional, sem audiência à Comissão de Defesa Nacional do Congresso Nacional ao então Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA) e Ministérios Militares, e aos Governos, do Amazonas e de Roraima, e respectivas Assembléias Legislativas
- Imensa Área (9.400.000   hectares),  descaracterizando  a  Faixa  de  Fronteira com a Venezuela;  que  também  reservara,  por  Decreto,  Área  de 1.200.000hectares. Ambas, para demarcação de áreas yanomamis (alguns milhares de índios). 

- Área a configurar, aspira ao Primeiro Mundo, um futuro Estado Nacional Yanomami, de uns 10.600.000 hectares!  Extremamente rica, em recursos minerais e biodiversidade.

Tudo, atendendo a exigência do Governo dos EUA, em junho de 1991, quando lá estivera o Presidente Collor.

- Portaria, pois, além de inconstitucional, inaceitável, ofensiva à Soberania, ao Patrimônio Territorial-Cívico e à Unidade Cultural das Comunidades Indígenas! 

2 – Lei nº 11.284, de 02.Mar.06

- Dispõe sobre gestão de florestas públicas.

- Implica em Concessão de Imensas Áreas, inclusive para estrangeiros.

3 – Acordo de Alcântara (Maranhão), quase ultimado, ainda insepulto, no portal da Amazônia; pasmem todos: proposto pelo Governo brasileiro aos EUA!

- Uma espécie de “Guantânamo” tecnológico, tropical, dos EUA, de excepcional valor para o domínio do espaço.

4 – Áreas da Região Amazônica, cedidas a ONGs, não sendo permitido acesso  de autoridades brasileiras.

 

C – Para estarrecimento de todos nós, as Ações foram propostas e consentidas pelo Governo brasileiro, portanto, “de dentro para fora”; embora exigidas “de fora para dentro”.   

1 – Estamos cumprindo “determinações” das Potências do Primeiro Mundo, no sentido de:

- Amazônia: Patrimônio da Humanidade, “Pulmão do Mundo”?

- Soberania Limitada e Restrita para a Amazônia?

- A Amazônia não é dos brasileiros, mas de todos nós?

- Declarações colonialistas de líderes mundiais, como: Tatcher, John Major (Inglaterra); Al Gore, Kissinger e Gen Cmt Cmdo Sul (EUA); Gorbachev (URSS); Min Lamy (OIC); Mitterrand (França); pregando a Internacionalização da Amazônia, sem nenhuma contestação do Governo brasileiro?      
          2 – Atividades, irregulares e prejudiciais ao País, de ONGs, “Missões” de    várias  denominações e procedência, como:

- USAID (United States Agency for International Development);

- Fundação WWF (World Wild Fondation), apoiada pela Inglaterra;

- Fundação FINRAT (Former International Reserve of Amazon Forest) pregando  a  internacionalização  da Amazônia Total, com mapa delimitando a área;  internacionalização da Amazônia Total, com mapa delimitando a área;

- Grupos Missionários (“SIL – Summer Institute of Linguistics”), subsidiados pela Fundação Rockfeller;

- “Green Peace”, atuando de forma ostensiva;

- Muitas delas, selecionam índios para freqüentar Universidades (Suíça, Holanda, EUA, Bélgica); preparando líderes para a “independência” de seus “territórios” (com apoio dos países “protetores”).

           3 – Agravando o Cenário, comportamento de Órgãos Federais e outras Instituições, conseguindo verbas para Ações Prejudiciais aos Interesses Nacionais, como:

- Ministérios e FUNAI, homologando o funcionamento de ONGs ou  Missões; onde, em algumas, as tribos indígenas não falam o português, mas línguas estrangeiras;

- Organizações nacionais, como CIMI (Conselho Indigenista Missionário das Igrejas) e IBAMA, FUNAI, Ministério do Meio Ambiente e outros Órgãos, atuando junto a autoridades e políticos.

          4 – Mais preocupante: o Direito Internacional, contendo jurisprudência sobre os “Territórios sem Governo Próprio”, passíveis de tutela da ONU e futura nação independente, respeitadas sua “autodeterminação”, para promover o “bem estar e o progresso econômico e social…”.

- Os artigos 231 e 232, da Constituição Federal (1988), sobre o índio.

- Os Governos Collor, Fernando Henrique e Lula “aceitaram” demarcar as duas Maiores Reservas Indígenas  na  Amazônia  (Yanomami e  Raposa  Serra-do-Sol), fronteiras com Venezuela  e Guiana,  respectivamente descaracterizando a Faixa  de Fronteira. Por que? Para que? Para edificar “Nação”, “Estado Indígena”?

- O Governo Lula, pretendendo criar “neo capitanias hereditárias”, concedendo terras.  Só que na Colônia, os “donatários” eram portugueses; agora, os “colonos”, que “doam” aos “donatários” (do Primeiro Mundo),… são…brasileiros! “donatários” (do Primeiro Mundo), … são… brasileiros!

 

D – Diante de Cenário tão grave e Comprometedor da Soberania  e  da Integridade Territorial-Cultural da Amazônia brasileira;

1 – Perguntamos: Até quando continuará a Nação brasileira assistindo, indiferente, a tamanho Risco de Perda da Soberania e do Espaço Territorial tetra-dimensional, de mais de 50% da Grande Área Estratégica mais rica, do Brasil e do Mundo, na concentração de Recursos Minerais e Biodiversidade?

2 – Em conseqüência, Políticas e Estratégias para conjurar tal Cenário:

a – Repudiar – Sociedade  e  Instituições,  públicas  e  privadas    essa  Farsa da “demarcação”  Terras  Indígenas  e  Áreas   de   Preservação   de   milhões  de hectares;

b – Pressionar, de todas as formas, o Congresso Nacional, para Anular a Legislação que criou as Reservas Yanomamis e Raposa Serra-do-Sol e as “neocapitanias hereditárias”;

c – Controlar e Fiscalizar, com todo o rigor, o Uso e o Abuso da Exploração de Terras, por estrangeiros ou nacionais, das imensas Reservas Minerais, a Biodiversidade, e de Água, da Amazônia.

3 – Simultaneamente (Ações a Realizar):

a – Legalizar e Implementar  o Projeto Calha Norte,  por todos  os  Ministérios, vivificando, inclusive, a Faixa de Fronteira;

b – Renovar e Ampliar o Projeto Rondom;

c – Impedir Instalações estrangeiras ou Reservas indígenas, a menos de 150 Km a Fronteira;

d – Formular e Implementar, ademais, Políticas e Estratégias (Nacional e Governamental) para a Amazônia, privilegiando Apelo à Vontade, à Auto-Estima, à Determinação de toda a Sociedade – para  dar  um  Basta!  A essa vergonhosa Capitulação, “sorridente e passiva”, de Segmentos “apátridas”, diante das Potências do Primeiro Mundo.

e – Expulsar as ONGs  e as Missões Religiosas,  cuja  atuação  atente  contra os Interesses Nacionais.

 

E – Enfim:

1 – A Amazônia Brasileira está Invadida! Com a Conivência, a Omissão, a Tolerância e, até, com a Ação Absolutamente Criminosa, de Homens, Órgãos e Poderes da República.  Autênticos Apátridas, despreocupados com os Destinos em Grande desta Bendita Terra do Cruzeiro do Sul, que tudo tem para ser, querendo – e o será, se Deus quiser – Não mais a Terra da Promissão, mas Celeiro do Brasil Futuro! Custe o que Custar!

2 – Esta terra  (Amazônia)  (ainda) tem Dono?  (Ainda) Vamos  Defendê-la?

Quando?  Como? Enquanto há tempo, enquanto é possível?  

3 – Esta a Razão do Presente Manifesto, oferecido à Nação, à Sociedade, aos Poderes da República; fluente do III Seminário CEBRES-ESG, realizado nos dias 02/03/04 Abr 07; do qual será editado um livro; com essas e outras numerosas questões, do extremam complexo e grave Cenário da Amazônia Brasileira.

            

Rio de Janeiro, 14 de junho de 2007.



Maj Brig do Ar OSWALDO TERRA DE FARIA


Presidente

 

Cel AMERINO RAPOSO FILHO

1º Vice-Presidente

 

Dr ANTONIOLAVO BRION

2º Vice-Presidente

 

Gen Bda DURVAL ANTUNES M. P. DE ANDRADE NERY

Coordenador de Estudos e Pesquisas

www.cebres.org.br

Desmandos, até quando?

Posted on setembro 25, 2008
A taxa de incêndio do ano 2008 para pagamento em 2009, foi antecipado para outubro deste ano.
No meio deste ano pagamos a taxa de incêndio ano 2007 com vencimento em 2008, eu mesmo paguei a minha taxa em junho/2008.
Só que agora, o governo antecipou o pagamento do ano 2008 com data vencimento para outubro e não avisou a ninguém.
O contribuinte tem que acessar o site da Funesbom, impostar o número do CBMERJ, imprimir o boleto e pagar no Banco Itaú até a data do vencimento, no meu caso até o dia 06/10.
Pergunta-se: Quem não tem internet? A populaçao do Rio de Janeiro está sabendo desta mudança? E quem não pagar na data, vai ter que pagar com multa no ano que vem? Não vai ser encaminhado o documento pelo correio?
A situação está cada vez pior, e ninguém faz nada, eu me pergunto aonde vamos parar com tantos desmandos?
Entrei no site e a informação abaixo é verdadeira.

Atenção ao Votar

Posted on setembro 24, 2008

Queridos leitores e eleitores.
Viram como a palavra é similar: ”leitor” e “eleitor”. Porque na verdade antes de votarmos e elegermos alguém devemos fazer uma leitura no que diz respeito a vida pública e privada destes candidatos ou candidatas.
Tenho o site MMDC fazem 8 anos, (www.mmdc.com.br), quando talvez tenha sido um dos pioneiros a tratar sobre cidadania através de um site na Internet,  sempre procurando abrir espaço a todas as opiniões democráticamentge, exatamente como deve ser, em uma sociedade justa e perfeita.
Agora entretanto, São Paulo aproxima-se de um dia muito importante, o dia de eleger o seu novo Prefeito ou Prefeita, e é hora portanto de lermos a vida destes candidatos e observarmos aquele que absolutamente não tenha passado comprometido, que não tenha processos ou acusações de corrupção, e ainda seja alguém que saiba governar sua própria casa, sua família, dando exemplo prático disto, pois a família certamente pode refletir as bases morais, sociais e até mesmo religiosas de um representante meu e seu no poder público.
Certamente o óbvio é que não trata-se aqui de uma questão simples de convivência, tolerância e aceitação, pois é evidente que devemos respeitar e conviver com todos os tipos de pessoas, até mesmo com quem porventura seja desacertado conjugalmente, ou não tenha o mesmo senso de família que eu e você julguemos apropriado em prol da multiplicação da raça humana, ou ainda até mesmo faça apologia ao homosexualismo. Conviver democráticamente como cidadãos, com total respeito ao espaço de cada um com as suas opções, segundo as garantias legais que todos temos em nosso Código Civil, é este o nosso dever de seres humanos e de cidadãos.
Talvez eu e muitos que assim pensam é que estejamos em extinção, ao defendermos o conceito que temos de família e a estrutura familiar no seu estado original e natural. Claro que minha opinião pode não prevalecer, mas é minha opinião e posso expressá-la livremente.
Convenhamos assim que para “nos” representar”, bem como ao nosso ver, refletir  aos prinicípios que devem nortear a familia paulistana e brasileira, aí sim devemos ler e ler com muito cuidado e atençao nas entrelinhas da vida privada e pública dos candidatos.
Mas como vivemos em uma democracia, se a maioria dos eleitores votarem pela proibição das Marchas Religiosas (sejam elas de qualquer religião) em favor de priorizarem e darem assim maior valor e importância a Marchas Gays na Av. Paulista ou votarem ainda na politica do “Relaxa e Goza”, teremos de nos submetermos a estas lideranças que já mostraram a que vieram. E todos, inclusive eu, me submeterei a estas formas de governo, pois assim deve ser respeitada a democracia que nos rege.
Deixo entretanto apenas um alerta, não sejamos analfabetos ou cegos ao votarmos, saibamos ler a vida dos candidatos, os seus valores, pois pelo que eles valorizam saberemos o quanto vão nos valorizar como família, povo e cidadãos, enfim: como eleitores que somos.
Valorizemos pois agora e sempre a família brasileira e os seus valores “imutáveis”, pois valores familiares não são os sorrisos xôxos de campanha, acompanhados sempre das promessas de pão e leite aos miseráveis, de cesta disso cesta daquilo, vale isto vale aquilo, sem dar ao povo a condição de progresso e dignidade para que através de uma administração política eficaz, tenhamos uma economia fomentada pela oferta de empregos e todos trabalhem e do seu próprio suor ganhem dignamente o seu sustento, de cabeça erguida, como cidadãos que todos somos.

Daniel Ferreira de Souza (MMDC)www.mmdc.com.br

Amazônia legal, queimadas?

Posted on setembro 18, 2008